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http://carmattos.wordpress.com

Acervo do colecionador Cláudio Brayner
http://www.classicvideo.com.br/personal 


CINEMATECA HOMENAGEIA CLERY CUNHA

 De 24 de junho a 05 de agosto de 2009
 A Cinemateca Brasileira promove a partir do dia 24 de junho uma retrospectiva em homenagem aos 70 anos de
idade e aos 50 de carreira do ator e cineasta Clery Cunha. Até o inicío de agosto, a mostra exibe os principais trabalhos do artista em sessões semanais que contarão com sua presença e encontros com o público. Nascido em 22 de junho de 1939, na cidade de Leopoldo Bulhões, Goiás, Clery Leite Cunha mudou-se para São Paulo logo após cumprir os estudos secundários. Aficcionado por quadrinhos, o gosto pelo cinema nasceu ainda na infância, quando assistia a seriados policiais, faroestes e filmes de aventura que deixariam marcas em sua carreira. Aos 16 anos, por iniciativa de um colega de classe, teve oportunidade de conhecer o ator José Parisi, herói do seriado O falcão negro, produzido pela TV Tupi. Com a ajuda de Parisi, foi trabalhar na TV Tupi como cabo man. Tempos depois, trabalhando num programa de entrevistas conduzido pelo ator e galã Hélio Souto, teve a oportunidade de fazer sua primeira ponta no filme policial Conceição, dirigido pelo próprio Hélio. A partir daí, paralelamente à atividade como ator, Clery começou a trabalhar como assistente de direção de realizadores como Roberto Mauro e o ucraniano Konstantin Tkaczenko. Em 1972, depois de ser premiado no 1º Festival de Teatro Amador da TV Tupi, dirige seu primeiro filme, Os desclassificados, policial inspirado em crime verídico, com Joana Fomm e Hélio Souto no elenco. A este, seguem-se A pequena órfã (1973), Pensionato de mulheres (1974), Eu faço... elas sentem (1975), Chumbo quente (1977), O outro lado do crime (1978), Joelma 23º andar (1980), O Rei da Boca (1982) e Horas fatais (1987), em parceria com Francisco Cavalcanti – filmes produzidos na Boca do Lixo. Atualmente, Clery trabalha no roteiro do filme policial Tiradentes City, Zona Leste SP, com argumento do jornalista Marcelo Coelho. Na abertura da programação, a Cinemateca exibe o contudente Joelma 23º andar, sucesso de bilheteria, baseado na catástrofe do edifício Joelma, com Beth Goulart no papel principal. 

CINEMATECA BRASILEIRA
Largo Senador Raul Cardoso, 207
próximo ao Metrô Vila MarianaOutras informações: (11) 3512-6111 (ramal 215)
www.cinemateca.gov.br

PROGRAMAÇÃO

24.06 | QUARTA
SALA CINEMATECA PETROBRAS
20h30 CLERY CUNHA 70 | JOELMA 23º ANDAR | ENCONTRO COM CLERY CUNHA


FICHA TÉCNICA E SINOPSE
Joelma 23º andar, de Clery Cunha
São Paulo, 1980, 35mm, cor, 98’ | Exibição em DVD
Beth Goulart, Liana Duval, Marly de Fátima, Carlos Marques 
 Marco da indústria cinematográfica paulista, reúne imagens captadas pelo produtor Sebastião de Souza Lima no dia do trágico incêndio do edifício Joelma a sequências ficcionais. Drama com Beth Goulart no papel de uma jovem sensitiva que consegue trabalho num dos escritórios do prédio. Baseado no livro Somos seis, de Chico Xavier, que também faz uma participação especial no filme. Fotografia de Cláudio Portiolli.


 I SP TERROR
Festival Internacional de Cinema Fantástico


 Entre os dias 25 de junho e 02 de julho, as luzes da Avenida Paulistas brilharão mais forte nas salas da Reserva Cultural. As telas do cinema serão tomadas pelo que há de mais fantástico: São Paulo tem um novo Festival, o SP Terror – Festival Internacional de Cinema Fantástico.
 Serão apresentados cerca de 30 títulos, entre longas e curtas, filmes brasileiros e internacionais, trabalhos já premiados e produções absolutamente inéditas no País. Duas mostras competitivas serão realizadas: a internacional e a iberoamericana. Os vencedores, que serão julgados pelos cineastas José Mojica Marins e Dennison Ramalho, além de Erico Borgo e Leopoldo Tauffenbach, receberão troféus. Haverá ainda a mostra especial de filmes considerados definitivos e consagrados na produção nacional e internacional.  

 ‘’O cinema é a mídia mais perfeita para a expressão do fantástico e o cinema fantástico tem apelo a uma grande variedade de públicos que curtem os seus vários subgêneros - do sobrenatural ao terror, de vampiros, zumbis, herói de quadrinho, mitológico, ficção cientifica ao psicotrônico’’, afirma Betina Goldman, idealizadora e diretora do Festival. E completa , “o SP Terror pretende criar uma vitrine eclética indo desde o cinema de arte ao totalmente trash, do sublime ao berrante‘’.
 O SP Terror tem, em sua programação, alguns filmes inéditos. Entre outras produções nunca exibidas no Brasil antes estão: Eden Log (dir.: Frank Vestilel), elegante filme francês de ficção científica que tem polarizado a crítica internacional; o britânico Os Matadores de Vampiras Lésbicas (dir.: Phil Claydon); os americanos independentes Dead Girl (dir.: Marcel Sarmiento a Gadi Harel) e Strange Girls (dir.: Rona Marks); Solos (dir.: Jorge Olguin), novo filme do
diretor chileno apadrinhado por Guillermo del Toro, o japonês Yoroi Samurai Zombie, (dir.: Tak Sakaguchi) e Os Aparecidos (dir: Paco Cabezas).
 Outro grande destaque do Festival é o sueco Deixe Ela Entrar (dir.: Tomas Alfredson), vencedor de 48 prêmios e 11 nominações, inclusive o Melies de Ouro da Federação de Festivais Fantásticos.
 Outros filmes incluem o trabalho de jovens Iberoamericanos que vem despontando com novas produções. Um exemplo é o brasileiro Mangue Negro, inusitado filme de zumbis com mensagem ecológica que já conquistou importantes prêmios internacionais para o jovem diretor capixaba Rodrigo Aragão (Prêmio Audiência do Rojo Sangre, na Argentina; Seleção Oficial do Sci Fi London; Melhores Efeitos Especiais e Melhor Novo Diretor Fantástico de
Santiago). Outras produções são o argentino Visitante de Inverno (dir.: Sergio Esquenazi) e o inusitadissimo O Gigante Japonês (dir.: Hitoshi Matsumoto).
 ‘’A experiência do terror no cinema é uma espécie de catarse nervosa. Nos mais importantes festivais internacionais como Sitges (Espanha), Bruxelas (o BIFFF) e Amsterdam (Imagine), que nos inspiraram bastante, é freqüente a platéia reagir com risadas coletivas às cenas mais violentas”, brinca Betina Goldman. Para ela, o Cinema Fantástico chega na hora certa em São Paulo, “cidade que tem grande número de sua população jovem, urbana, informatizada, que assiste cinema de terror como diversão e não como violência”.

 O SP TERROR Festival de Cinema Fantástico está sendo realizado pela VERAS IMAGINÁRIO, novo braço no Brasil da agência de cinema ONE EYED FILMS baseada em Londres, e pela ROCK Comunicações, empresa especializa em marketing promocional. As sessões serão apresentadas na Reserva Cultural. 

(Em Primeira Mão - Para os fiéis)
Competitiva Internacional  
Strange Girls - Rona Mark
Deadgirl -Marcel Sarmiento e Gadi Harel
Matadores de Vampiras Lésbicas - Phil Claydon
Os Descendentes - Jorge Olguin
Yesterday - Rob Grant

Humanos - Jacques-Olivier Molon e Pierre-Olivier Thevenin
Yoroi: Zumbi Samurai - Tak Sakaguchi
Eden Log - Franck Vestiel
Deixe ela entrar - Tomas Alfredson


Competitiva Ibero-Americano  
Os Aparecidos - Paco Cabezas
36 Passos - Adrián Garcia Bogliano
O visitante de inverno - Sergio Esquenazi

Mangue Negro - Rodrigo Aragão
O proprietario - Javier Diment
O Fim da Picada - Christian Saghaard 

Especial  
Pervert - Mike Davis
Sex Galaxy - Mike Davis
O Gigante Japonês - Hitoshi
Matsumoto
Golem - Carl Boese e Paul Wegener

Mostra de Curtas da Catalunha
Panorama de Curtas


SERVIÇO:
SP Terror – Festival Internacional de Cinema Fantástico
Data: 25 de junho a 02 de julho
Ingresso: R$ 13,00
Sala de exibição: Sala 3 (120 lugares) e Sala 4 (110 lugares)
Classificação indicativa: 10 anos
Sujeito à lotação da sala


Endereço: Avenida Paulista, 900. 
Térreo Baixo (entre as estações Trianon Masp e Brigadeiro do metrô)
Tel: (11) 3287-3529

Site do Festival

http://www.spterror.com


FELIPPE CORDEIRO MANDOU AVISAR
 Dito e feito.
 "Última Sessão" agora se chama KINO e o endereço é:
http://kino.valinor.com.br


DEU NO FILME B

 A Universidade de Ryukoku, no Japão, anunciou que acaba de disponibilizar pela internet um acervo com mais de 27 mil itens, entre fotos, roteiros, storyboards, notas, desenhos e rascunhos, do cineasta Akira Kurosawa utilizados durante a criação de 30 filmes do diretor. O acervo foi digitalizado em uma parceria da universidade com a Kurosawa Productions, liderada pelo filho do cineasta, Hsiao Kurosawa, que passou a se encarregar da preservação do acervo pessoal do cineasta, que vinha se deteriorando desde a sua morte, em 1998. Os arquivos estão disponíveis, em japonês, no site:
http://www.afc.ryukoku.ac.jp/Komon/kurosawa/



Escrito por Carlos Reichenbach às 02h34
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